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We

The "We Drop"  By Janine Rodrigues  I do not know why such small words have so much power. Such words Break the glass of romanticism. Reality sinks in the flesh. Reality bothers me more than. It was the “we” last night. I often confuse confidence with arrogance, insecurity with humility. I am navigating an ocean of questions, doubts, and hurtful thoughts. Then I think about my past and I know it is different now, but that is for me. Give it time to flourish, I think. Be patient. Indulge in the present. However, how can a creature that adds meaning to words, actions, and facts and is so used to indulging and living in the past, who can revive moments from her childhood so vividly, how can she abandon the past? How does one let go of just some parts of? I am afraid of becoming empty and hard. Hard like the shell of a scallop: deprived of emotions, a silenced soul.  Diligent in controlling every single reaction. But aren’t reactions just that? Newton, second law....

A nevoa da manha em arvores que se cortam

as arvores vao crescendo e se dividem galhos que se abrem e abracam os fios brisa na manha de primavera um sol calmo e laranja O cheiro no ar e doce Meu corpo cansado acorda E se espreguica Cansado Cansado Enrugada manha de setembro Em que o rio Navegam as minhas solidoes para ir ao longe bem longe de mim

Nas esquinas da vida

Nas esquinas da vida Assobiando sombras Vertendo medos Criando curvas Passando pelos sinais Revertendo as certidoes Sempre lutando para sobreviver As ardiduras Do amor

As Mortes Nao Sabidas

As mortes nao sabidas latejam menos. Elas nao causam dor, nem lagrimas, nem desespero. Nao deixam vazio, nem tristeza. Nao deixam marcas. Seria bom se todas as mortes fossem assim. Silenciosas ao coracao. Como se as pessoas queridas apenas saissem de cena. Com uma certa elegancia que nao existe na morte. 

As Flores Que Trazes Contigo

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Imagem: Luiz Henrique Fontoura Eu abri mao de tanta coisa Na minha vida Criei sempre espacos e abri mao Nao faco listas nem tento costurar as esperancas ja rotas Eu abri mao de tanto por tao pouco Por um fio Abri mao  Para enquadrar o que podia Num retrato sepia e sem verniz Virtude Nao me esquece Me aquece Me faz feliz Para que eu nao abra mao De todas as flores que trazes contigo

Tango

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Image by Dan Garver

Nobody

You are nobody until you have the love you waited for all your life.